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DIU: Contracepção confiável?

Olá e seja bem-vinda ao nosso cantinho online! O DIU, um método contraceptivo eficaz e prático, tem sua história marcada por evoluções significativas dentro da medicina reprodutiva.

Desde suas primeiras versões até os modernos modelos de cobre e hormonal, cada inovação no desenvolvimento do DIU melhorou sua segurança e expandiu as opções para as mulheres.

Essa trajetória de desenvolvimento sublinha o avanço no cuidado com a saúde feminina, oferecendo escolhas seguras e diversificadas para o planejamento familiar.

O DIU não apenas empodera mulheres globalmente, permitindo decisões informadas sobre seu corpo e futuro, mas também simboliza o compromisso com a promoção da saúde e autonomia femininas.

DIU de cobre e hormonal.

Dr. Jailton Santiago Junior

Especialista em Ginecologia e Obstetrícia desde 2009. 

Pós graduação em Vídeolaparoscopia desde 2010 e 

Pós graduação em Reprodução Assistida desde 2018. 

Plantonista em ginecologia e obstetrícia na maternidade de gestação de alto risco do Hospital Santa Casa De Maringá de 2009 até 2020.  

Plantonista em ginecologia e obstetrícia na Maternidade do Hospital Metropolitano de Sarandí de 2010 até 2023. 

Preceptor em Medicina na Unicesumar de 2019 até 2023. 

Docente na faculdade de medicina da UNINGÁ de 2009 até 2019.

Além de sua formação e atuação acadêmica, Dr. Jailton é reconhecido por sua competência na inserção de dispositivos intra-uterinos (DIUs), tendo realizado dezenas de procedimentos em ambiente hospitalar, proporcionando conforto e segurança às suas pacientes.

Comentários sobre Dr.jailton Santiago Junior.

Iedda Soria
Iedda Soria
18/07/2023
Excelente profissional, se preocupa com o bem estar do paciente, super educado e atencioso, mega recomendo.
Raquel Rodrigues
Raquel Rodrigues
13/07/2023
Fui muito bem atendida! As meninas da recepção, são atenciosas. Na primeira consulta o dr já entendeu minha preocupação e medos, conseguiu resolver. 🙏🏼
Taika Rocco
Taika Rocco
13/07/2023
Depois de passar por inúmeros ginecologistas em Maringá e região, devido a fortes dores abdominais, muito sangramento e cólicas incessantes, aos 21 anos fui diagnosticada com endometriose, pelo Dr. Jailton. Conheci o Dr. Jailton, no ano de 2010, quando trabalhei de recepcionista no hospital onde ele estava fazendo residência e, devido a vontade e preocupação eu tinha certeza de uma coisa: ele iria desvendar as minhas dores e encontrar uma solução! Passei por uma grande cirurgia, aos 23 anos, para que fosse feito a retirada de toda a endometriose (ou a maioria dela), pois na época não existia um exame que apontava corretamente em qual parte do meu corpo poderia estar com a endometriose. Lembro até hoje a frase dele “parecia um varal” tinha endometriose por todos os lados, foi complicada, demorada, mas satisfatória! No momento da cirurgia fizemos a implantação do Diu Mirena, para conter o sangramento e a possível volta da endometriose, tudo isso em meados de 2012. Hoje, estou com 34 anos, e um lindo bebê a caminho, mais precisamente, 13/07/2023, estou no 9º mês aguardando a chegada do Daniel. Só tenho a agradecer por esses longos anos, não só pelos atendimentos, mas por entender o que o meu corpo estava gritando, enquanto inúmeros outros profissionais não escutavam (pois doía demais), obrigada por estar acompanhando toda a gestação e por toda a atenção que você e sua equipe estão prestando. Parabéns pela escolha da profissão, ela com certeza está e sempre estará salvando vidas.
Gisele Stranieri
Gisele Stranieri
13/07/2023
Fez meus dois partos com muito comprimento, carinho e cuidado. E olha que nos dois teve que acordar de madrugada para atender as apressadinhas.
Tha Ferreira
Tha Ferreira
13/07/2023
Excelente

Como funcionam os DIUs?

Os dispositivos intra-uterinos (DIUs) constituem uma opção contraceptiva altamente eficaz, com várias variantes disponíveis para atender às diferentes necessidades e preferências das mulheres.

Entre os principais tipos, destacam-se o de cobre, o de prata, e o hormonal, cada um operando através de um mecanismo específico para prevenir a gravidez.

DIU de cobre.

É apreciado pela sua capacidade de oferecer proteção contraceptiva sem a necessidade de hormônios.

Ele libera íons de cobre, que são tóxicos para os espermatozoides, impedindo a sua motilidade e capacidade de fertilizar o óvulo.

Além disso, o cobre provoca uma reação inflamatória no endométrio (revestimento uterino), o que dificulta a implantação de um óvulo fertilizado.

Este dispositivo pode ser utilizado por até 10 anos, tornando-se uma opção de longa duração para as mulheres.

DIU de prata.

Similar ao de cobre, o DIU de prata inclui cobre em sua composição, mas é aprimorado com um núcleo de prata.

Este design visa não apenas prolongar a durabilidade do dispositivo, mas também minimizar os efeitos colaterais como inflamação e, potencialmente, reduzir o sangramento excessivo e as cólicas.

Com uma vida útil de até 5 anos, pode ser uma escolha vantajosa para mulheres que buscam menos impacto no fluxo menstrual e nas cólicas.

DIU hormonal.

O hormonal, por sua vez, libera levonorgestrel, um tipo de progestagênio que espessa o muco cervical, diminuindo a chance do espermatozoide chegar ao óvulo, e reduz o revestimento do útero, dificultando a implantação.

Pode inibir parcialmente a ovulação.

Este dispositivo é especialmente valorizado por sua capacidade de diminuir significativamente o sangramento e a dor menstrual.

Sua eficácia varia de 3 a 5 anos, dependendo do modelo escolhido.

Leia mais em:

https://drjailtonsantiago.com.br/nosso-cantinho-online/

Comparação com outros métodos anticoncepcionais.

Eficácia.

É um dos métodos anticoncepcionais mais eficazes, com uma taxa de sucesso superior a 99%.

Isso o coloca à frente de muitos outros métodos, como pílulas anticoncepcionais, adesivos, anéis vaginais e preservativos, que podem ter taxas de falha mais altas devido ao uso incorreto ou inconsistente.

Por exemplo, a eficácia típica da pílula anticoncepcional é de cerca de 91% devido a erros como esquecimento de tomar a pílula diariamente.

DIU como melhor opção.

Benefícios.

Os DIUs não são apenas conhecidos pela sua eficácia na prevenção da gravidez, mas também oferecem uma série de benefícios adicionais à saúde.

Estes benefícios o tornam uma opção atraente para muitas mulheres, que buscam não só um método contraceptivo confiável, mas também vantagens complementares no âmbito da saúde reprodutiva.

  • Redução das cólicas menstruais: Especificamente com o uso do DIU hormonal, muitas mulheres relatam uma redução significativa na intensidade das cólicas menstruais, o que seria benéfico para mulheres com endometriose. Isso ocorre devido à ação do levonorgestrel, que além de atuar na prevenção da gravidez, também diminui a intensidade da menstruação e, consequentemente, as cólicas.
  • Menor sangramento menstrual: O DIU hormonal pode reduzir o volume de sangramento durante o período menstrual. Para mulheres que sofrem de menorragia (sangramento menstrual excessivo), isso pode ser um alívio significativo, melhorando a qualidade de vida e evitando complicações como anemia.
  • Conveniência e esquecimento: Uma vez inserido, o DIU requer pouca ou nenhuma manutenção diária, tornando-o um método contraceptivo “instale e esqueça”. Isso é ideal para mulheres que preferem não se preocupar com a contracepção no dia-a-dia.
  • Não interfere nas relações sexuais: Não interfere na espontaneidade ou no prazer das relações sexuais, um aspecto importante para muitas mulheres ao escolher um método contraceptivo.
  • Proteção de longa duração reversível: A capacidade de oferecer proteção contraceptiva duradoura, que é imediatamente reversível após a remoção, faz do DIU uma escolha versátil para mulheres em diferentes fases da vida reprodutiva.

Esses benefícios fazem do DIU uma opção valiosa não só para a contracepção, mas também para o manejo de condições ginecológicas específicas.

Ao considerar um DIU, é importante discutir com um profissional de saúde as vantagens e desvantagens específicas, garantindo que a escolha do método contraceptivo atenda às necessidades de saúde e estilo de vida da mulher.

Mitos e verdades.

O DIU é apenas para mulheres que já tiveram filhos. Mito!

Verdade: É recomendado para mulheres de todas as idades, incluindo aquelas que nunca tiveram filhos. A escolha deve ser baseada em uma avaliação individual e na preferência da mulher, independentemente de sua história reprodutiva.

O DIU pode causar infertilidade. Mito!

Verdade: O seu uso não causa infertilidade. Após sua remoção, a fertilidade da mulher retorna ao normal quase imediatamente, permitindo a possibilidade de concepção.

Sua inserção é extremamente dolorosa. Mito!

Verdade: Quando o procedimento de inserção é realizado em centro cirúrgico com sedação adequada, o desconforto é eliminado, proporcionando uma experiência confortável para a paciente.

O DIU pode perder-se dentro do corpo. Mito!

Verdade: O DIU não pode “perder-se” dentro do corpo. Ele não pode viajar para outras partes do corpo. A verificação periódica dos fios pode ajudar a garantir que ele esteja no lugar correto.

O DIU é sempre sentido durante a relação sexual. Mito!

Verdade: Na maioria dos casos, nem a mulher nem seu parceiro conseguem senti-lo durante a relação sexual. Se seus fios forem muito longos e causarem desconforto, podem ser ajustados por um profissional de saúde.

O uso do DIU está associado a um alto risco de infecção. Mito!

Verdade: Embora haja um pequeno aumento no risco de infecção nas primeiras semanas após a inserção, o risco global de doenças inflamatórias pélvicas é baixo. Práticas sexuais seguras e acompanhamento regular ajudam a minimizar esse risco.

O DIU é incompatível com a amamentação. Mito!

Verdade: Pode ser usado com segurança durante a amamentação. O hormonal tem um impacto mínimo na produção de leite, enquanto o de cobre é completamente neutro nesse aspecto.

Como é inserido?

A inserção de um dispositivo intra-uterino é um procedimento conduzido por um ginecologista, que pode ocorrer tanto em ambiente clínico quanto em centro cirúrgico, este último utilizando histeroscopia diagnóstica, minha forma preferida de inserção.

Compreender detalhadamente o processo ajuda a preparar as mulheres para o que esperar durante a inserção, reduzindo ansiedade e facilitando o procedimento.

1. O procedimento de inserção no consultório.

O procedimento de inserção é geralmente rápido, levando apenas alguns minutos:

  1. Preparação: A paciente é posicionada na mesa de exame de forma similar a um exame pélvico.
  2. Assepsia: A região vaginal é cuidadosamente limpa para minimizar o risco de infecção.
  3. Medição do Útero: Um espéculo é inserido na vagina para acessar o colo do útero, e um dispositivo de medição (histerômetro) é utilizado para determinar o comprimento do canal cervical e do útero, garantindo que o DIU seja colocado corretamente.
  4. Inserção do DIU: O DIU, acondicionado em um aplicador especial, é introduzido através do canal cervical até o útero. Após o posicionamento adequado, o aplicador é retirado, e os fios do DIU são cortados, deixando uma pequena parte pendente no canal cervical para facilitar a futura remoção.

2. Inserção em centro cirúrgico com histeroscopia.

Nesta abordagem, a histeroscopia é realizada tanto antes quanto após a inserção do dispositivo.

  1. Histeroscopia pré-inserção: Antes da inserção, uma histeroscopia diagnóstica é feita para examinar o interior do útero e identificar qualquer condição que possa interferir na inserção.
  2. Inserção do DIU: Seguindo a avaliação inicial, o DIU é inserido cuidadosamente no lugar. Esta etapa é semelhante ao procedimento ambulatorial.
  3. Histeroscopia pós-inserção: Após a inserção, uma segunda histeroscopia é realizada para confirmar que ele está corretamente posicionado dentro do útero.

Precisão e conforto no centro cirúrgico.

A inserção em ambiente cirúrgico, utilizando sedação e anestesia geral, oferece uma experiência confortável e isenta de dor para a paciente, graças ao relaxamento profundo proporcionado pela sedação e a ausência de desconforto garantida pela anestesia.

A histeroscopia, realizada antes e depois da colocação do dispositivo, permite identificar possíveis anormalidades, como pólipos ou miomas e permite uma visualização direta do útero para assegurar a correta posição do dispositivo.

Este processo eleva a segurança e satisfação do procedimento, enfatizando a precisão e o bem-estar da paciente com esta abordagem avançada.

O que esperar após inserção?

  • Cólicas e Sangramento Leve: Pode ocorrer nas primeiras 48 horas.
  • Retorno às Atividades Normais: A maioria das mulheres pode retomar suas atividades habituais quase imediatamente após o procedimento. Se a inserção foi realizada sob sedação em um centro cirúrgico, é recomendado evitar atividades que exijam atenção plena, como dirigir ou operar maquinário pesado, por pelo menos 24 horas ou até que os efeitos da sedação tenham passado completamente.

Acompanhamento.

O acompanhamento adequado após a inserção de um dispositivo intra-uterino é fundamental para garantir sua eficácia e segurança.

Verificação da posição.

Ultrassonografia (USG): Este exame pode ser solicitado pelo seu médico durante a consulta de acompanhamento para confirmar que ele está adequadamente posicionado dentro do útero.

Útil nos primeiros meses após a inserção e pode ser repetida conforme orientação médica.

Frequência das consultas de acompanhamento.

  • Primeira consulta: É recomendado agendar uma consulta de acompanhamento cerca de 10 a 15 dias após a inserção do DIU. Esta consulta permite ao médico avaliar como você está se adaptando ao DIU e realizar, ou solicitar uma ultrassonografia para verificar a posição do dispositivo.
  • Consultas regulares: Após a primeira consulta, recomendo um acompanhamento adicional após 3 meses e, posteriormente, uma consulta após 6 meses da inserção do DIU. Posteriormente, consultas anuais são recomendadas para monitorar a saúde geral e o posicionamento do DIU. Essas consultas também são oportunidades para discutir qualquer mudança na sua saúde ou necessidade de troca do DIU.

SINAIS DE ALERTA.

  • Dor ou cólicas intensas: dores intensas ou persistentes não são normais e exigem avaliação médica.
  • Ausência dos fios: Se não conseguir sentir os fios durante o autoexame, consulte seu médico para uma avaliação, pois isso pode indicar um deslocamento do DIU.
  • Sinais de infecção: Febre, corrimento com odor desagradável, dor durante a relação sexual são indicativos de que você deve buscar atendimento médico imediatamente.

Em caso de dúvidas ou preocupações, a consulta com seu ginecologista é sempre a melhor opção para receber orientações adequadas e manter sua saúde reprodutiva protegida.

Efeitos colaterais e considerações dos DIUs.

Os DIUs são métodos contraceptivos altamente eficazes e preferidos por muitas mulheres.

Contudo, como qualquer intervenção médica, eles podem ter efeitos colaterais.

Em muitos casos, os efeitos colaterais diminuem com o tempo, mas a comunicação aberta com seu profissional de saúde é essencial para garantir o bem-estar e a eficácia contraceptiva.

Efeitos colaterais comuns.

DIU hormonal (Levonorgestrel):

  • Alterações menstruais: Muitas usuárias experienciam redução no fluxo menstrual ou, em alguns casos, a ausência total de menstruação.
  • Cólicas leves e dor pélvica: Podem ocorrer especialmente nos primeiros meses após a inserção.
  • Sensibilidade mamária: Algumas mulheres relatam aumento da sensibilidade nas mamas após a inserção do DIU hormonal.
  • Dor de cabeça e acne: Embora menos frequentes, algumas usuárias podem notar dor de cabeça e alterações na pele, como o surgimento ou agravamento da acne.

DIU de cobre:

  • Aumento do fluxo menstrual e cólicas: Uma das reações mais comuns ao DIU de cobre é o aumento na intensidade e duração da menstruação e das cólicas.
  • Dor pélvica: Assim como com o DIU hormonal, a dor pélvica pode ser um efeito colateral, especialmente nos primeiros meses.
Efeitos colaterais raros.

Ambos os tipos de DIU podem estar associados a efeitos colaterais mais sérios, porém raros, que incluem:

  • Expulsão do DIU: especialmente nos primeiros meses após a inserção.
  • Perfuração uterina: Muito raramente, o DIU pode perfurar a parede do útero.
  • Infecção: O risco de infecção é maior nas primeiras semanas após a inserção.

Quem deve evitar o uso do DIU?

Apesar de os dispositivos intra-uterinos serem uma opção contraceptiva segura e eficaz para muitas mulheres, existem contraindicações específicas que devem ser consideradas antes de optar por este método.

As principais contraindicações incluem:

  • Gravidez ou suspeita de gravidez.
  • Infecções pélvicas ou doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) ativas.
  • Anormalidades uterinas significativas que distorcem a cavidade uterina.
  • Diagnóstico atual ou histórico de câncer ginecológico, como câncer de endométrio ou cervical.
  • Sangramento vaginal de origem desconhecida.
  • Alergia ou sensibilidade conhecida aos componentes do DIU, incluindo cobre para o DIU de cobre.
  • Histórico recente de doença inflamatória pélvica (DIP).

Caminho de volta à fertilidade.

Após a remoção do dispositivo, a capacidade de engravidar retorna ao normal quase imediatamente para a maioria das mulheres.

Estudos mostram que não há diferença significativa nas taxas de fertilidade entre mulheres que utilizaram DIU e aquelas que nunca usaram esse método contraceptivo.

Isso se aplica tanto aos DIUs hormonais quanto aos de cobre.

Este retorno imediato da fertilidade permite que muitas mulheres possam conceber já no primeiro ciclo menstrual após a remoção do DIU.

Contudo, é importante notar que o tempo necessário para efetivamente conceber pode variar.

Enquanto algumas mulheres conseguem engravidar rapidamente, outras podem demorar alguns meses, uma variação que é considerada normal e influenciada por fatores como idade, saúde geral e frequência das relações sexuais.

Considerações na escolha do DIU.

Ao considerar o uso de um DIU como método anticoncepcional, é fundamental levar em conta diversos aspectos que vão além da conveniência.

O estilo de vida da mulher, histórico médico e os planos futuros de gravidez desempenham papéis cruciais na escolha do DIU.

Estilo de vida.

  • Escolha baseada no conforto durante o uso: Para mulheres que lideram um estilo de vida agitado e preferem não lidar com os incômodos da menstruação, o DIU hormonal pode ser ideal devido à possibilidade de reduzir ou até eliminar os períodos menstruais. Em contraste, aquelas que valorizam um ciclo menstrual natural sem influências hormonais, talvez por razões de bem-estar ou preferências pessoais, podem optar pelo DIU de cobre.

Histórico médico.

  • DIU de cobre: Ideal para mulheres que preferem um método contraceptivo não hormonal, especialmente se tiverem histórico de reações adversas a hormônios ou se preocuparem com os efeitos colaterais hormonais. Também é uma opção para mulheres que têm contraindicações ao uso de hormônios.
  • DIU hormonal: Pode ser preferível para mulheres que desejam aliviar as cólicas menstruais dolorosas e alto fluxo menstrual. Além disso, mulheres com histórico de anemia podem se beneficiar da menor perda de sangue associada a este DIU.

Planos futuros de gravidez.

  • Flexibilidade e Reversibilidade: Ambos os tipos de DIU oferecem alta reversibilidade, o que é um ponto positivo para mulheres que planejam ter filhos no futuro. A capacidade de conceber retorna rapidamente após a remoção de ambos os tipos de DIU, permitindo que o planejamento familiar seja ajustado conforme desejado.

Consulta profissional especializado.

Uma consulta detalhada com um profissional de saúde especializado é indispensável.

Esse diálogo deve abranger o histórico médico da mulher, suas preocupações, expectativas e qualquer pergunta específica sobre o DIU.

A decisão final deve ser tomada com base em uma compreensão clara dos benefícios e limitações de cada tipo de DIU, garantindo que a escolha esteja alinhada com as necessidades e metas individuais da mulher.

Considerar esses aspectos cuidadosamente ajudará a garantir que a escolha do DIU seja a mais adequada, proporcionando uma experiência positiva com esse método contraceptivo eficaz, reversível, de longo prazo e CONFIÁVEL.

Fontes:

https://vidasaudavel.einstein.br

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Dr. Jailton João Santiago Junior
CRM: 22.938 | RQE: 16.184
Médico Ginecologista e Obstetrícia

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